Um produtor rural de Miracema, no Noroeste Fluminense, viveu momentos de angústia após ser preso injustamente, acusado de supostamente ter envolvimento com tráfico de drogas no município de Botucatu, em São Paulo. O caso, no entanto, teve um final feliz, após a Justiça reconhecer o erro.

Mesmo nunca tendo saído de Miracema, o produtor rural acabou sendo detido em razão de um mandado de prisão expedido pela Justiça paulista, que apresentava falhas na identificação do acusado. Ele foi encaminhado inicialmente para o presídio de Campos dos Goytacazes, onde permaneceu até passar por audiência de custódia.
Durante a audiência, o juiz responsável pelo caso analisou os documentos e ouviu o produtor rural, concluindo que ele não era a mesma pessoa citada nos autos do processo que tramita em Botucatu. Na decisão, o magistrado destacou inconsistências e erros na ordem de prisão, especialmente na qualificação do acusado.
Diante das evidências, a Justiça determinou a imediata soltura do produtor rural, reconhecendo o equívoco e encerrando o caso sem qualquer responsabilização contra ele.

O episódio chamou a atenção para a importância da correta identificação nos processos judiciais, já que erros desse tipo podem causar graves prejuízos à liberdade e à dignidade de pessoas inocentes.
Após o susto, o produtor rural pôde retornar para casa, em Miracema, ao lado da família, aliviado com o desfecho favorável.

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