O Hospital Ferreira Machado (HFM) atingiu, somente em 2025, a marca de oito captações de órgãos – um dado que traduz solidariedade e esperança em forma de vida.
No último sábado (16), mais uma história de generosidade foi escrita. Um homem de 49 anos, morador do bairro Penha, vítima de Acidente Vascular Encefálico (AVE) hemorrágico, tornou-se doador e ajudou a transformar a realidade de pacientes que aguardavam na lista nacional de receptores.
A ação foi conduzida pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do HFM, em parceria com a Central Estadual de Transplante do Rio de Janeiro e a Organização de Procura de Órgãos (OPO 4).
Para a médica Patrícia Rangel, responsável pela CIHDOTT, o trabalho integrado foi essencial.
— A doação de órgãos e tecidos é uma engrenagem complexa, que depende do envolvimento de várias equipes e, sobretudo, da sensibilidade da família em dizer “sim”. Neste caso, a agilidade da equipe do CTI e a dedicação de todos os setores envolvidos foram fundamentais para que a doação acontecesse — destacou.
Mais que números, cada captação representa vidas salvas e famílias que recebem uma nova chance de futuro.
Com informações da Secom