O Teatro Firjan SESI Campos recebe, entre 25 e 29 de agosto, o X-Todas 2026, festival que reúne música, teatro, cinema, oficinas, performances e debates em torno das memórias, saberes e trajetórias de mulheres negras e indígenas.

Com o tema “Memórias que Insistem: Caminhos de Mulheres Negras e Indígenas”, o evento propõe reflexões sobre ancestralidade, território, pertencimento e resistência por meio de diferentes manifestações artísticas.

Em Campos, a programação começa nesta terça-feira (25), com a oficina “Percurso ancestral: caminho de volta”, às 15h, que busca resgatar saberes, práticas, histórias e elementos das culturas dos povos tradicionais que fazem parte da formação do território campista.

À noite, às 20h, o público poderá conferir o show “Quilombo Urbano”, da DJ Carol Tomaz, que mistura rap, samba e música eletrônica da cena campista, com participações de Michele Pereira e Laila Mathias.

A programação segue na quarta-feira (26), às 19h, com a mostra de cinema “A Memória também sonha: Mulheres Negras e Indígenas em movimento”, reunindo produções dirigidas por mulheres negras e indígenas brasileiras.

Na quinta-feira (27), às 20h, é a vez de Kaê Guajajara, referência da arte originária brasileira, apresentar um show acústico que reúne canto ancestral, violão, percussão, piano e beatbox.

Já na sexta-feira (28), às 15h, acontece a oficina de bordado livre com Aline Bagre, que utiliza o bordado como ferramenta de preservação de memórias e fortalecimento da identidade. Às 20h, o palco recebe Sued Nunes, cantora e compositora baiana conhecida nacionalmente por trabalhos como Travessia e pela música Povoada.
Além das atrações em Campos, o X-Todas 2026 também promove atividades em outras unidades da Firjan SESI no estado do Rio de Janeiro.

O festival tem atividades gratuitas e atrações com ingressos a preços populares. Para os eventos pagos, os valores são de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Os ingressos podem ser adquiridos nas bilheterias ou pela Sympla.

O X-Todas nasceu em 2010, ainda com o nome X-Tudo Cultural, e passou a adotar a atual denominação em 2023, ampliando seu foco para o protagonismo feminino. Em 2026, o festival volta sua atenção especialmente para as trajetórias de mulheres negras e indígenas.

Fonte: Ascom
Fotos: Daniel Barboza / Mário Epanya

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